Intestino

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INTOLERÂNCIA À LACTOSE

INTOLERÂNCIA À LACTOSE

INTOLERÂNCIA À LACTOSE

A lactose é o açúcar do leite. Quando há deficiência da enzima lactase, ocorre má digestão, levando a sintomas como:

- gases;

- estufamento;

- cólicas;

- diarreia após ingestão de lácteos.


O diagnóstico pode ser clínico ou confirmado por teste respiratório quando necessário. Na maioria dos casos, não é preciso excluir totalmente o leite: muitas pessoas toleram pequenas quantidades, e o plano deve ser individualizado.

A lactose é o açúcar do leite. Quando há deficiência da enzima lactase, ocorre má digestão, levando a sintomas como:

- gases;

- estufamento;

- cólicas;

- diarreia após ingestão de lácteos.


O diagnóstico pode ser clínico ou confirmado por teste respiratório quando necessário. Na maioria dos casos, não é preciso excluir totalmente o leite: muitas pessoas toleram pequenas quantidades, e o plano deve ser individualizado.

A lactose é o açúcar do leite. Quando há deficiência da enzima lactase, ocorre má digestão, levando a sintomas como:

- gases;

- estufamento;

- cólicas;

- diarreia após ingestão de lácteos.


O diagnóstico pode ser clínico ou confirmado por teste respiratório quando necessário. Na maioria dos casos, não é preciso excluir totalmente o leite: muitas pessoas toleram pequenas quantidades, e o plano deve ser individualizado.

INTOLERÂNCIA AO GLÚTEN: CELÍACA, ALERGIA OU SENSIBILIDADE?

INTOLERÂNCIA AO GLÚTEN: CELÍACA, ALERGIA OU SENSIBILIDADE?

INTOLERÂNCIA AO GLÚTEN: CELÍACA, ALERGIA OU SENSIBILIDADE?

Existem três situações diferentes:

- Doença celíaca: condição autoimune que exige diagnóstico correto e dieta rigorosa sem glúten.

- Alergia ao trigo: mecanismo imunológico distinto.

- Sensibilidade ao glúten não celíaca: diagnóstico de exclusão, com sobreposição a outros distúrbios digestivos.


Suspender o glúten por conta própria antes da investigação pode prejudicar exames e mascarar diagnósticos importantes.

Existem três situações diferentes:

- Doença celíaca: condição autoimune que exige diagnóstico correto e dieta rigorosa sem glúten.

- Alergia ao trigo: mecanismo imunológico distinto.

- Sensibilidade ao glúten não celíaca: diagnóstico de exclusão, com sobreposição a outros distúrbios digestivos.


Suspender o glúten por conta própria antes da investigação pode prejudicar exames e mascarar diagnósticos importantes.

Existem três situações diferentes:

- Doença celíaca: condição autoimune que exige diagnóstico correto e dieta rigorosa sem glúten.

- Alergia ao trigo: mecanismo imunológico distinto.

- Sensibilidade ao glúten não celíaca: diagnóstico de exclusão, com sobreposição a outros distúrbios digestivos.


Suspender o glúten por conta própria antes da investigação pode prejudicar exames e mascarar diagnósticos importantes.

SIBO e IMO

SIBO e IMO

SIBO e IMO

SIBO corresponde ao crescimento bacteriano excessivo no intestino delgado, enquanto IMO está associado ao aumento da produção de metano, frequentemente ligado à constipação.


Sintomas possíveis incluem:

- inchaço;

- gases;

- dor abdominal;

- constipação ou diarreia.


Nem todo inchaço é SIBO, e nem todo teste positivo indica o mesmo tratamento. A conduta depende do contexto clínico e do mecanismo predominante.

SIBO corresponde ao crescimento bacteriano excessivo no intestino delgado, enquanto IMO está associado ao aumento da produção de metano, frequentemente ligado à constipação.


Sintomas possíveis incluem:

- inchaço;

- gases;

- dor abdominal;

- constipação ou diarreia.


Nem todo inchaço é SIBO, e nem todo teste positivo indica o mesmo tratamento. A conduta depende do contexto clínico e do mecanismo predominante.

SIBO corresponde ao crescimento bacteriano excessivo no intestino delgado, enquanto IMO está associado ao aumento da produção de metano, frequentemente ligado à constipação.


Sintomas possíveis incluem:

- inchaço;

- gases;

- dor abdominal;

- constipação ou diarreia.


Nem todo inchaço é SIBO, e nem todo teste positivo indica o mesmo tratamento. A conduta depende do contexto clínico e do mecanismo predominante.

PÓS-RETIRADA DA VESÍCULA: É NECESSÁRIO SUPLEMENTAR?

PÓS-RETIRADA DA VESÍCULA: É NECESSÁRIO SUPLEMENTAR?

PÓS-RETIRADA DA VESÍCULA: É NECESSÁRIO SUPLEMENTAR?

Na maioria dos casos, não.


Após a retirada da vesícula, a bile passa a fluir continuamente. Algumas pessoas permanecem assintomáticas, enquanto outras podem apresentar fezes amolecidas ou diarreia. Em casos persistentes, pode haver diarreia por ácidos biliares, condição tratável.


Restrições alimentares extremas no pós-operatório são comuns, mas muitas vezes desnecessárias.

Na maioria dos casos, não.


Após a retirada da vesícula, a bile passa a fluir continuamente. Algumas pessoas permanecem assintomáticas, enquanto outras podem apresentar fezes amolecidas ou diarreia. Em casos persistentes, pode haver diarreia por ácidos biliares, condição tratável.


Restrições alimentares extremas no pós-operatório são comuns, mas muitas vezes desnecessárias.

Na maioria dos casos, não.


Após a retirada da vesícula, a bile passa a fluir continuamente. Algumas pessoas permanecem assintomáticas, enquanto outras podem apresentar fezes amolecidas ou diarreia. Em casos persistentes, pode haver diarreia por ácidos biliares, condição tratável.


Restrições alimentares extremas no pós-operatório são comuns, mas muitas vezes desnecessárias.

COMO PREVENIR CÂNCER DE INTESTINO

COMO PREVENIR CÂNCER DE INTESTINO

COMO PREVENIR CÂNCER DE INTESTINO

A prevenção do câncer colorretal é altamente eficaz e se baseia em três pilares:

1. rastreamento na idade e risco adequados;

2. detecção e remoção de pólipos;

3. controle de fatores metabólicos e estilo de vida.


O melhor exame é aquele realizado no momento correto, com indicação adequada e acompanhamento apropriado.

A prevenção do câncer colorretal é altamente eficaz e se baseia em três pilares:

1. rastreamento na idade e risco adequados;

2. detecção e remoção de pólipos;

3. controle de fatores metabólicos e estilo de vida.


O melhor exame é aquele realizado no momento correto, com indicação adequada e acompanhamento apropriado.

A prevenção do câncer colorretal é altamente eficaz e se baseia em três pilares:

1. rastreamento na idade e risco adequados;

2. detecção e remoção de pólipos;

3. controle de fatores metabólicos e estilo de vida.


O melhor exame é aquele realizado no momento correto, com indicação adequada e acompanhamento apropriado.

Onde atendo

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Endereço: Av. dos Autonomistas, 896 - Centro, Osasco - SP

(Dentro do Pátio Osasco Open Mall)

Telefone: (11)4863-2506

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